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Corinthians empata com São Paulo e garante título do Rio-SP


O Corinthians empatou com o São Paulo por 1 a 1 e garantiu o título do Torneio Rio-São Paulo. Foi a primeira vez que a equipe conquistou a competição desde 1993, quando ela voltou a ser disputada.

O Corinthians tinha a vantagem de jogar pelo empate porque venceu a primeira patida, também disputada no estádio do Morumbi, por 3 a 2. No placar dos cartões, cada equipe recebeu quatro amarelos durante as duas partidas.

O herói do título foi o lateral Rogério, que cobrou falta com perfeição aos 33min do segundo tempo e garantiu o empate para os corinntianos.

O São Paulo começou com a corda toda e quase abriu o placar no primeiro minuto: Maldonado arriscou um chute de fora da área e acertou a trave direita do goleiro Dida.

Logo no minuto seguinte, o time tricolor balançou a rede com Reinaldo. O atacante recebeu um passe de Reginaldo pela esquerda e, da pequena área, venceu o goleiro corintiano.

Com a desvantagem prematura no placar e o cartão amarelo tomado pelo zagueiro Fábio Luciano, o Corinthians se viu obrigado a buscar o ataque para conquistar o título e quase empatou a partida em uma cabeçada do zagueiro pendurado.

Outro lance aos 12min quase resultou em gol para o Corinthians: Deivid tocou para trás e, da pequena área, Leandro chutou torto e perdeu um gol feito.

Mas o São Paulo estava mais bem distribuído em campo e exigiu muito trabalho de Dida em mais duas oportunidades: aos 15min, com Kaká cabeceando para o chão; e aos 19, em um chute fraco de Adriano.

O time alvinegro criou outra grande chance aos 31min, com Kleber. Ele tabelou com Ricardinho e bateu da pequena área para uma grande defesa do goleiro Rogério Ceni.

Três minutos depois, Gil tocou para o meio da pequena área e Belletti mandou para escanteio quando Rogério Ceni já estava batido no lance.

No finalzinho da primeira etapa, Kaká chutou rasteiro e a bola passou tirando tinta da trave direita de Dida, que nada pôde fazer.

O São Paulo voltou do intervalo com uma alteração: o técnico Nelsinho Baptista colocou o meia Souza no lugar de Adriano.

A primeira oportunidade da etapa final foi do Corinthians: o time fez linha de passe na área adversária, mas o atacante Deivid demorou para finalizar e a bola explodiu na zaga sãopaulina.

Com o placar dos cartões empatado e indefinido (cada equipe havia recebido dois cartões amarelos até então), as duas equipes buscaram o ataque e o jogo ficou emocionante.

Os dois treinadores mexeram nos times: no Corinthians, Carlos Alberto Parreira colocou Renato no lugar de Leandro e abandonou o esquema 4-3-3; já Nelsinho sacou Fábio Simplício para a entrada de Júlio Baptista.

O Corinthians chegou ao empate aos 33min, com Rogério. O lateral cobrou falta no ângulo esquerdo e não deu a menor chance para o goleiro Rogério Ceni.

Nos minutos finais, o São Paulo tentou desesperadamente o gol da vitória, mas a defesa alvinegra se defendeu como pôde e garantiu o título da competição.

Nos descontos, o zagueiro Reginaldo fez falta violenta em Fabrício e se iniciou uma briga generalizada, que só terminou quando o árbitro Paulo César de Oliveira pegou a bola e apitou o fim do jogo, para delírio da Fiel Torcida.

 

Ficha técnica de TIMÃO CAMPEÃO x São Paulo timinho

Corinthians: Dida, Rogério, Fábio Luciano, Ânderson e Kléber; Fabrício, Vampeta e Ricardinho; Deivid, Leandro (Renato) e Gil. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
São Paulo: Rogério Ceni, Belletti, Reginaldo, Jean e Gustavo Nery; Fábio Simplício (Júlio Baptista), Maldonado, Adriano (Souza) e Lúcio Flávio; Kaká e Reinaldo. Técnico: Nelsinho Baptista.
Gols:Reinaldo, aos 2 minutos do primeiro tempo e Rogério, aos 32 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos:Fábio Luciano e Gil (Corinthians), Maldonado e Reginaldo (São Paulo)
Árbitro:PauloCésar de Oliveira (SP), auxiliado por Ednílson Corona e Marinaldo Silvério (SP).
Renda:não divulgada.
Público:53.414
Local:estádio do Morumbi, em São Paulo
Data:12/5/2002

 

Corinthians conquista o Rio-São Paulo pela quinta vez

O time mais disciplinado venceu o Torneio Rio-São Paulo de 2002, eternizado desde já como o "campeonato dos cartões".

Sob o comando do sereno Carlos Alberto Parreira, o Corinthians empatou com o São Paulo neste domingo em 1 a 1, no placar, e em 2 a 2, nos cartões amarelos, e conquistou pela quinta vez em sua história o título do mais tradicional interestadual do país -já havia ganho em 1950, 53, 54 e 66.

O torneio foi ainda mais valorizado neste ano por tomar o espaço dos dois principais Estaduais do país. A competição inchou em sua 24ª edição, dobrando de 8 para 16 o número de participantes. A continuidade do Rio-São Paulo nos mesmos moldes deste ano ainda está sendo discutida.

A equipe do Parque São Jorge acabou sendo campeã pelo critério técnico, pois havia vencido o primeiro confronto com o São Paulo por 3 a 2.

Se o time do Morumbi tivesse vencido por um gol de diferença -placar mantido até os 34min do segundo tempo-, a decisão, devido ao polêmico regulamento da competição, sairia no número de cartões mostrados pelo juiz.

Como ambos tiveram quatro amarelos cada na fase final, o Corinthians levaria o título por ter sido a equipe de melhor campanha na primeira fase. O time de Parreira somou 31 pontos e superou o Palmeiras no saldo de gols.

Na parte disciplinar, na primeira fase, os corintianos haviam recebido 23 cartões amarelos e um vermelho. O São Paulo levou 38 amarelos e oito vermelhos.

Os são-paulinos, no entanto, eliminaram Palmeiras nas semifinais por terem sofrido menos amarelos nos dois jogos da fase.

O título premia a melhor equipe do torneio tanto tecnicamente como disciplinarmente e, mais especialmente, o treinador que levou a seleção brasileira ao tetracampeonato. Após o título mundial nos EUA, Parreira assumiu vários clubes no país, como São Paulo, Fluminense, Atlético-MG, Santos e Internacional, mas não obteve títulos de expressão.

O Corinthians empata agora com Palmeiras e Santos em número de títulos do Rio-SP -os três são os maiores vencedores da competição, que neste ano não teve cariocas na fase final. Na quarta-feira, o time decidirá a Copa do Brasil com o Brasiliense, no DF.

 

Timão quebra jejum de 36 anos no Rio-SP

O título do Torneio Rio São Paulo de 2002 colocou o Corinthians no topo da lista dos maiores vencedores da competição. Ao lado de Santos e Palmeiras, o time do Parque São Jorge soma cinco títulos na história da competição, que começou a ser disputada em 1933.

O Corinthians não conquistava a competição há 36 anos. Em 1966, o Timão dividiu o título do Rio-São Paulo com Santos, Botafogo e Vasco da Gama. Antes, os corintianos levantaram a taça nos anos de 1950, 1953 e 1954.

Disputado desde 1993, o Torneio Rio-São Paulo não teve uma periodicidade no último século. A competição ficou engavetada na história do futebol brasileiro entre os anos de 1967 a 1993. Somente a partir de 1997 a competição voltou a ser disputada anualmente. Neste ano, a competição ganhou status com a criação da Liga Rio-São Paulo e o enfraquecimento dos estaduais dos dois estados.

 

"Vencer pelo Corinthians é diferente"

Um dos principais personagens da conquista corintiana no Torneio Rio-São Paulo 2002 foi o técnico Carlos Alberto Parreira. Depois de passagens sem brilho por grandes equipes do país nos últimos anos, o treinador, enfim, voltou a triunfar em competições de importância no cenário nacional.

"Vencer pelo Corinthians é diferente. É especial", comentou Parreira.

Com uma larga trajetória no futebol estrangeiro e com ficha corrida de serviços prestados à Seleção Brasileira, Parreira demorou para saborear novamente a alegria de um título em solo brasileiro. A última conquista de Parreira no país aconteceu no Campeonato Brasileiro do distante ano de 1984, com o Fluminense.

Após o empate em 1 x 1 com o São Paulo, que determinou o título corintiano, Parreira deixou de lado a tradicional sensatez que marca sua carreira e celebrou a conquista.

"Foi a vitória da regularidade, da equipe de melhor campanha ao longo da competição. Nosso título foi inquestionável", comemorou.

O experiente treinador também ressaltou as peculiaridades de ser campeão pelo Corinthians. Segundo Parreira, a torcida do Corinthians, que novamente compareceu em peso ao Morumbi, torna a conquista especial.

Parreira passou pelo Bragantino antes de assumir a Seleção Brasileira, em 1991. Depois das Copas do Mundo de 1994 e 1998, o treinador também dirigiu o Fluminense, São Paulo, Atlético Mineiro, Santos e Internacional. Em todas estas equipes, Parreira não conseguiu títulos.

 

Parreira se emociona com a torcida do Corinthians

O técnico Carlos Alberto Parreira se emocionou com o título do Torneio Rio-São Paulo. Depois do apito final do árbitro Paulo César de Oliveira o treinador elogiou os torcedores do Corinthians.

"Foi a vitória da regularidade em toda competição. O título veio coroar o trabalho que vem sendo feito. Qualquer título é especial, mas no Corinthians é diferente. Esta torcida é sensacional. Nunca vi nada parecido na minha vida", afirmou o treinador, emocionado.

 

Ricardinho diz que Rogério marcou um "golaço"

Para o meio-campo Ricardinho, o gol de empate de Rogério na cobrança falta, aos 32 minutos do segundo tempo na final do Torneio Rio-São Paulo, foi um golaço. O jogador afirmou ainda que este gol veio premiar o belo trabalho feito pelo lateral no Corinthians.

"O grupo está de parabéns, em especial o Rogério, pelo gol que fez. Foi muito importante. Foi um golaço. Agora, vamos nos superar e buscar o título da Copa Libertadores", diz Ricardinho.

 

Oito corintianos festejam primeiro título da carreira

Antes valia muito. Depois virou o título mais importante do ano. Para alguns foi o mais importante da vida, já que nunca haviam conquistado um título no futebol profissional.

Pela primeira vez, os titulares Deivid, Anderson, Leandro e Fabrício receberam uma faixa de campeão. Além deles, os reservas Renato, Doni, Luciano Ratinho e Fabinho também nunca haviam sido campeões.

"Não importa o que eu ganhe daqui para frente na minha profissão. Esse título será o melhor da minha vida. O mais inesquecível. Um presente. Não sei nem o que faz um campeão. Grita?", disse o zagueiro Anderson.

O técnico Parreira também estava eufórico. Elogiava seus "meninos" e dava conselhos.

"Eles ainda vão provar esse sabor muitas vezes, mas precisam ter a cabeça no lugar. Mas também não vou ser chato dizendo. Eles tem mais que comemorar. Não tínhamos programado nada, mas pedi a diretoria que organize uma festinha. Vamos todos para lá", disse o treinador.

Os jogadores seguiram o conselho do técnico e comemoraram muito. O empate e o fraco futebol apresentado não foram lembrados pelos jogadores. No vestiário, os corintianos falavam da alegria pela "vitória" conquistada. Lembravam que o título foi conquistado com "primor" e será o "combustível" da próxima partida, contra o Brasiliense, pela decisão da Copa do Brasil.

"A vontade de ganhar outro título ficou ainda maior. Quem prova (o sabor de um título) não quer mais esquecer", disse o atacante Deivid.

Entre uma entrevista e outra, os corintianos repetiam auto-elogios e se abraçavam muito.

"Fomos os melhores (durante a fase de classificação). Vamos enaltecer isso. Ninguém ganha nada sozinho. Neste domingo, foi a minha vez de marcar, mas o campeonato durou quatro meses e todos foram imprescindíveis", disse o lateral-direito Rogério.

Nesta segunda-feira, os jogadores se reapresentam às 11h. Farão hidroginástica, almoçarão no clube e viajarão em seguida para Brasília,

Parreira quer o time unido porque sabe que a vitória no interestadual pode dispersar a atenção dos jogadores. "Estamos na reta final. Temos um jogo muito mais importante na quarta, que vale vaga na Libertadores", disse o técnico corintiano.

 

Corinthianos superam gripe em decisão

Em tempo de decisão, vale qualquer sacrifício. Com este lema na cabeça, dois jogadores do Corinthians entraram em campo na final do Torneio Rio-Sâo Paulo. Mesmo gripados, Vampeta e Ricardinho atuaram na final contra o São Paulo e ajudaram o Timão a conquistar o título.

"Estava gripado, mas, em final de campeonato, não tem este tipo de desculpa. Estes obstáculos precisavam ser superados", comentou Ricardinho.

Estafado ao final da decisão, o volante Vampeta reconheceu que não reunia as melhores condições para atuar. O jogador da Seleção Brasileira sofreu com os efeitos da gripe durante os 90 minutos da partida contra o São Paulo.

"Estava com 39 graus de febre e muita dor-de-cabeça. Foi muito difícil, mas meus companheiros me ajudaram em campo e conseguimos sair com o título", afirmou Vampeta.

Agora, Ricardinho e Vampeta tem três dias pela frente para tentar acabar de vez com a gripe. Na quarta-feira, o Corinthians volta a campo para decidir a Copa do Brasil, contra o Brasiliense, em Taguatinga.

 

Vampeta diz que jogou com 39 graus de febre

O volante Vampeta elogiou os companheiros corintianos após a conquista do título da Copa do Brasil. O jogador, que confirmou ter disputado o jogo com 39 graus de febre, acredita que os demais jogadores conseguiram superar sua fraca atuação na partida do São Paulo.

"Fiquei com 39 graus de febre, mas a equipe me ajudou a superar este momento difícil. Eles estão de parabéns pela superação. Fico muito feliz e emocionado pelo título, mas um pouco chateado por não poder ajudar o Corinthians ainda mais nesta final", afirmou Vampeta.

 

Gil diz que Corinthians jogou de acordo com o regulamento

O atacante Gil afirmou que o Corinthians jogou a partida desse domingo de acordo com o regulamento do Rio-SP.

"Jogamos com o regulamento na mão. Vencemos dentro de campo. Graças a Deus conquistamos esse título."

Gil também enalteceu a união do grupo e o treinador Parreira.

"Esse título tem a mão de Parreira, que trouxe tranqüilidade para o time. A solidariedade do grupo é muito grande e por isso estamos conquistando esses resultados."

 

Parreira diz que agora não pode mais ser crucificado por "jejum" de títulos

Campeão do Torneio Rio-São Paulo, Carlos Alberto Parreira agora não pode mais ser "crucificado", segundo ele próprio.

Desde 1984, quando conquistou o Brasileiro pelo Fluminense, o técnico corintiano não ganhava um título importante no país. Em São Paulo, jamais havia conquistado um campeonato.

"Não serei mais crucificado por isso, embora pouco me importasse. Hoje sou campeão do Rio-São Paulo e tudo mais pouco importa. Hoje é o dia mais feliz e importante da minha vida, mano", disse Parreira, que já esteve à frente de Bragantino, Santos e São Paulo, mas que declarou amor eterno ao clube do Parque São Jorge.

Indagado sobre a diferença entre ganhar com a seleção brasileira e com o Corinthians, o tetracampeão surpreendeu.

"O título de hoje é mais importante. Estou entusiasmado demais. Contente demais. Não vou falar de títulos do passado, só quero falar disso. Vamos comemorar", afirmou Parreira, o primeiro a deixar o campo após a entrega do troféu.

"Não era pressa, é que eu estava desnorteado", disse. Ele queria falar com seus companheiros de comissão técnica. Não conseguiu. Foi parado por uma legião de torcedores que invadiram o campo e os vestiários do Morumbi. Quase perdeu sua medalha, mas não se incomodou. Esbanjava euforia.

"Quando cheguei aqui (em dezembro de 2001), sabia que estava assumindo um time e uma torcida. O Corinthians é grande por causa de sua história, de sua torcida, de seus jogadores, de seus roupeiros e de sua diretoria. Quero agradecer a todos, que foram irretocáveis", afirmou o treinador.

Os jogadores não economizaram elogios ao treinador. Para eles, o título só foi conquistado porque Parreira acreditou e deu força ao grupo, que estava "derrotado" após uma vexatória campanha no segundo semestre de 2001.

"Só chegaram o Vampeta e o Fábio (Luciano, zagueiro), que estava emprestado. Somos os mesmos do ano passado, mas demos a volta por cima. Apagamos o 18º lugar do Brasileiro com uma campanha memorável no Rio-SP porque ele acreditou e treinou a gente", disse o atacante Deivid, titular após a saída de Luizão.

Leandro e Anderson engrossaram o coro de elogios a Parreira. "Ele dispensa apresentações e, para mim, será sempre o mestre. Mais uma vez no intervalo ele deu uma aula de tática e nós começamos a jogar", disse o atacante.

Festejado, Parreira foi humilde. Repassou os méritos pela conquista aos seus comandados, os quais, segundo o técnico, são "homens maduros".

"Não é fácil perder a vantagem em cinco minutos de jogo. Eles marcaram após uma falha nossa, e depois ainda tomamos um cartão amarelo. Mas nossos jogadores não se abateram. Crescemos, empatamos nos esdrúxulos cartões e podíamos ter empatado ainda no primeiro tempo. No segundo, fomos bem superiores."

O técnico deixou os vestiários abraçado a Antonio Roque Citadini, vice de futebol do Corinthians, e a Alberto Dualib, presidente do clube, que foi aplaudido.

Os dirigentes falavam em renovar imediatamente o contrato com o técnico, que vai desfalcar o clube na fase final do Paulista e nas duas primeiras rodadas da Copa dos Campeões porque se integrará ao grupo de consultores da Fifa na Coréia do Sul no dia 22.

Dualib e Parreira passaram pelos derrotados são-paulinos calados. Citadini não se conteve: "Agora a Inês é morta", disse.

 

Juiz 'distribui' erros

Juiz erra em lances de pênalti, mas os jogadores quase não o contestam, por medo de levar cartão

Ainda que tenha causado muito menos polêmica do a atuação de Carlos Eugênio Simon na quarta-feira, a atuação de Paulo César de Oliveira no clássico deste domingo foi pior. Oliveira tomou quatro decisões polêmicas. Não marcou três pênaltis, dois a favor do Corinthians no primeiro tempo e um a favor do São Paulo na segunda etapa. E também marcou uma falta duvidosa no lance que ocasionou o gol de empate do Corinthians.

No começo do jogo, a atuação de Oliveira fez confirmar os temores do técnico corintiano, Carlos Alberto Parreira. Na sexta-feira, ele disse, em razão da polêmica causada pela atuação de Simon, que beneficiou o Corinthians em dois lances duvidosas na final da Copa do Brasil, que temia que na dúvida, os juízes apitariam contra seu time.

E assim aconteceu, em todos os lances divididos, Oliveira apitava a favor do São Paulo. Os corintianos, mesmos nervosos com a desvantagem no placar desde o segundo minuto, evitavam ao máximo reclamar para não levar cartão amarelo. Mas aos 4 minutos, Fábio Luciano levou após cometer obstrução em cima de Reinaldo.

Os primeiros 15 minutos foram tensos, registrando 11 das 32 faltas da partida. Nesse período, os corintianos sofreram dois pênaltis. Num o juiz não marcou nada. No outro deu falta fora da área.

No segundo tempo, o juiz errou menos e beneficiou o Corinthians. Não marcou pênalti sobre Souza e apitou uma falta duvidosa, que originou o gol do título.

 

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