O Porco morreu pela Boca!!!

Veja a seção do novo símbolo do Boca
Veja uma foto inédita da escalação do porco
Boca Juniors é campeão da Libertadores
O Boca Juniors é o campeão da Copa Libertadores da América
do ano 2000. O time argentino conquistou o título ao vencer o Palmeiras, nos pênaltis,
por 4 a 2, após empate em 0 a 0 no tempo normal.
Apesar do placar, a partida teve várias chances de gol, para as duas equipes.
Com o bom resultado conquistado na Argentina, o Palmeiras começou o jogo dando espaço
para o time do Boca Juniors.
A equipe de Luiz Felipe Scolari atuava como se tivesse a vantagem do empate e o Boca se
aproveitava disso.
Logo aos 4min, Palermo recebeu a bola dentro da área e tocou para Schelotto, que sozinho,
marcou o gol dos argentinos.
Mas o assistente Celestino Galván, de forma equivocada, anulou a jogada dando impedimento
de Palermo.
O Palmeiras assustou-se com o lance e o Boca cresceu ainda mais. A bola estava em todo
momento viajando pela área palmeirense.
A primeira participação do goleiro do Boca Juniors, o colombiano Oscar Córdoba, foi aos
14min, num cruzamento errado de Júnior.
Aos poucos porém, o Palmeiras foi entrando no jogo e equilibrando as ações. Além de
ter uma maior presença ofensiva, o time paulista conseguia evitar a presença constante
do Boca em sua área.
Aos 28min, o Palmeiras teve uma oportunidade. A bola sobrou para o lateral Ibarra que
tentou estourar. A bola bateu no joelho de Galeano e quase pega Córdoba de surpresa.
O Palmeiras teve uma boa chance aos 30min. Alex recebeu na entrada da área e bateu para a
boa defesa de Córdoba.
O técnico Luiz Felipe Scolari precisou fazer uma alteração ainda no primeiro tempo.
Marcelo Ramos se contundiu e Asprilla entrou no seu lugar.
O jogo ficou equilibrado até o final do primeiro tempo, quase sem chances para as duas
equipes.
O segundo tempo começou com um outro Palmeiras. O time brasileiro pressionou bastante e
logo aos 4min teve a primeira oportunidade.
Euller fez boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro na área. Asprilla marcaria o gol,
mas foi empurrado pelo zagueiro Samuel. Epifanio González errou e não marcou o
pênalti(HAHAHAHAHAHAHA).
A pressão, que deveria ter acontecido desde o primeiro tempo, continuava. Os atacantes do
Palmeiras ganhavam quase todas as bolas altas.
Aos 6min, Argel teve uma grande chance. Recebeu cruzamento da esquerda e sozinho cabeceou
para o gol. A bola bateu na perna de Bermudez e saiu para escanteio. Os jogadores do
Palmeiras pediram pênalti, que não aconteceu.
Luiz Felipe Scolari ainda tentou mais uma alteração, colocando Basílio no lugar de
Pena.
O Boca conseguiu segurar a pressão inicial e equilibrar novamente o jogo. Aos 28min,
Riquelme ficou livre na entrada da área e bateu para o gol. A bola desviou na zaga e saiu
para escanteio.
Mas o susto maior aconteceu aos 30min. Schelotto cruzou da linha da direita. Palermo
cabeceou, Marcos apenas olhou e a bola explodiu no travessão. Mas o jogo já estava
parado, com uma falta do atacante do Boca sobre o zagueiro Argel.
O jogo arrastou-se até o final, e com o final em 0 a 0, a decisão iria para os
pênaltis.
O time do Palmeira começou com as cobranças. Alex converteu. Schelotto empatou para o
Boca. Já na segunda cobrança começou a derrota palmeirense.
O colombiano Faustino Asprilla bateu e o goleiro Córdoba, também colombiano,
defendeu(HAHAHAHAHA).
O habilidoso Riquelme converteu o segundo e colocou o Boca na frente; 2 a 1.
Roque Júnior foi para a cobrança com mais responsabilidade, mas também não converteu.
Outra vez o goleiro Córdoba defendeu(HAHAHAHAHA).
Palermo, aquele que ficou famoso após perder três pênaltis numa mesma partida, cobrou e
fez; 3 a 1 Boca.
Rogério bateu sem poder errar para o Palmeiras continuar na briga. E o jogador
palmeirense foi seguro na cobrança; 3 a 2.
O zagueiro colombiano Bermudez foi o quarto a cobrar para o Boca. O jogador bateu de um
lado, Marcos pulou para o outro, e o Boca Juniors conquistou o título; 4 a 2.
Foi o terceiro título do time argentino, que já havia conquistado a Libertadores em 1977
e 1978.

Saiba como foi, lance a lance, a final da Libertadores
Boca Juniors e Palmeiras empataram nesta noite sem gols e acabaram decidindo nos
pênaltis a Copa Libertadores da América.
Nas penalidades, Schelotto, Riquelme, Palermo e Bermúdez marcaram para o Boca. Alex e
Rogério fizeram para o Palmeiras, mas Roque Júnior e Asprilla tiverm suas cobranças
defendidas pelo goleiro Córdoba.
PRIMEIRO TEMPO
4min - No primeiro lance de perigo da partida, o atacante Palermo marca para o Boca
Juniors, mas o juiz, de forma equivocada, segue a marcação do bandeirinha e anula o
lance por impedimento.
12min - Dominando a partida, o time argentino perde outra chance, depois que Palermo não
conseguiu finalizar após um cruzamento do lateral-direito Ibarra.
14min - Em um cruzamento fraco de Júnior, de fora da área, o Palmeiras tem sua primeira
oportunidade, mas o goleiro Córdoba defende.
28min - Em um lance casual, depois de uma rebatida da defesa argentina, a bola bate em
Galeano e o Palmeiras quase abre o placar.
30min - Com a perna direita, o meia Alex chuta forte da entrada da área, mas o goleiro
Córdoba defende e impede o primeiro gol do jogo.
36min - O atacante Marcelo Ramos não se recupera de uma entrada de um jogador rival e
acaba substituído pelo colombiano Asprilla.
39min - O lateral Ibarra chuta de fora da área, mas a bola resvala na defesa do Palmeiras
e sai pela linha de fundo.
40min - Em um cruzamento para a área, o goleiro palmeirense Marcos rebate mal, e o Boca
Juniors perde outra chance de abrir o placar.
46min - No último lance de perigo da primeira etapa, Asprilla passa para Júnior, mas o
lateral-esquerdo chuta sem direção e não leva perigo ao gol do time argentino.
SEGUNDO TEMPO
2min - Como na primeira etapa, o Boca também teve a chance inicial no segundo tempo, em
um cruzamento de Ibarra que os atacantes argentinos não aproveitaram.
4min - Euller entra livre pela esquerda, cruza para Asprilla, que é derrubado pela
zagueiro e não consegue finalizar, mas o juiz não marca pênalti(HAHAHAHAHA).
7min - Depois de um cruzamento da esquerda, Argel cabeceia forte, mas o lateral
Arrubarrena salva, com a coxa, o time argentino.
10min - Em uma falta violenta, o volante palmeirense César Sampaio recebe o primeiro
cartão amarelo da partida.
11min - O meia Alex invade a área e, novamente com o pé direito, chuta para nova defesa
de Córdoba, que agride Pena na sequência do lance, mais uma vez não notado pelo juiz
Epifanio González.
27min - Alex faz jogada individual e toca para Euller, que se atrapalha com a zaga
argentina e perde mais uma oportunidade para o time brasileiro.
29min - Em um dos raros avanços do lateral Arruabarrena, o Boca inicia uma jogada que
acaba com uma finalização de Riquelme, que desvia na zaga argentina.
34min - Basílio, que voltava ao time depois de contusão, cruza da direita, mas Asprilla
chega atrasado e permite o corte do goleiro Córdoba.
46min - Maior finalizador do time argentino em toda a partida, o meia Riquelme chuta, do
lado esquerdo do ataque, e perde a última chance do jogo.
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Dois pênaltis e o velório no Morumbi
Se a desolação palmeirense teve uma cara ontem à noite, ela foi a de Argel. Choroso e quase à beira do desespero, o zagueirão símbolo da valentia da equipe de Luiz Felipe Scolari não resistiu: foi às lágrimas logo depois da cobrança de Bermúdez que definiu o título da Copa Libertadores. O velório no Morumbi só não foi maior porque cerca de 5 mil argentinos se encarregaram de fazer muito barulho(HAHAHAHAHAHAHA).
Criamos várias oportunidades, mas infelizmente não fizemos durante o tempo normal. Depois, o sorte pendeu para o lado deles. Quem está mais tranqüilo, ganha, afirmou o meia Alex.
Segundo o jogador, o Palmeiras mostrou sua principal característica na partida de ontem: a voluntariedade. Não somos brilhantes tecnicamente, mas lutamos e brigamos muito. É uma pena, mas não deu. Asprilla foi lacônico. É o momento mais triste da minha carreira esportiva.
César Sampaio, volante e capitão da equipe
do Palmeiras, saiu de campo chateado e ao falar com sua mãe caiu em lágrimas.
Infelizmente não conseguimos levar o título, mas não faltou luta por parte do
Palmeiras, disse o atleta.
Já sua mãe fez questão de consolá-lo com a seguinte declaração: Para mim,
você sempre será o eterno campeão, independentemente de qualquer coisa, também
em lágrimas.
O lateral Júnior procurou demonstrar equilíbrio. Para ele, a definição nos pênaltis é sempre imprevisível. Fizemos o que foi possível. É triste perder, ainda mais em casa mas a nossa parte foi feita, garantiu.
O goleiro Córdoba, herói da vitória argentina, foi escolhido o melhor atleta da decisão e ganhou, como prêmio, um carro zero quilômetro. Vou dividir com todo o time, afirmou o jogador, que não se sente o responsável pela vitória. Não me sinto um herói, só estou bastante feliz.
Na torcida, a mulher do atacante Palermo, a brasileira Jacquelina Lucena, vibrava duplamente. Além de ver o marido marcar sua penalidade, ainda sentiu o gostinho de uma vingança pessoal. Sei que o Palermo está contentíssimo agora. Eu, como corintiana, estou ainda mais.
O experiente volante Basualdo que também esteve presente no título continental do Vélez Sarsfield, conquistado no Morumbi em 1994 disse que pode ter feito sua última partida como jogador profissional. Ao seu lado, o técnico Carlos Bianchi era só vibração. Não fosse um erro do juiz, teríamos ganho o jogo no tempo normal.

Argel, chorando muito, é símbolo da derrota palmeirense
Após um empate em 0 a 0 no tempo normal, o Palmeiras foi derrotado na disputa de
pênaltis por 4 a 2 pelo Boca Juniors (Argentina), nesta quarta à noite, no estádio do
Morumbi, e perdeu a chance de conquistar o bicampeonato da Copa Libertadores da América.
Campeão sobre o Deportivo Cali (Colômbia) em 1999, também na disputa de pênaltis, o
Palmeiras não mostrou a mesma tranquilidade do ano passado. Asprilla e Roque Júnior
desperdiçaram suas cobranças, enquanto os argentinos fizeram todas.
Ao final da partida, os palmeirenses, principalmente Argel, entraram em desespero,
chorando muito no gramado. Ele não parou de chorar copiosamente por mais de dez
minutos(HAHAHAHAHA).
O primeiro jogo, em Buenos Aires, havia terminado em 2 a 2. A conquista credencia o Boca
à disputa da Copa Intercontinental, em Tóquio, contra o Real Madrid, campeão europeu,
no final do ano (ainda sem data definida).
Foi o terceiro título do Boca Juniors e o 18º de equipes da Argentina no torneio. A mais
popular equipe argentina já havia conquistado a Libertadores em 1977 e 1978.
O treinador Carlos Bianchi, por sua vez, obteve o seu bicampeonato da Libertadores -já
levara o modesto Vélez Sarsfield ao título em 1994, quando os argentinos bateram o São
Paulo na decisão, exatamente no Morumbi e também na cobrança de pênaltis.
Ao perder o título, o Palmeiras viu escorrer entre seus dedos a chance de, por vários
motivos, entrar para a história do futebol brasileiro e sul-americano.
Em primeiro lugar, continuará atrás de Santos, São Paulo, Grêmio e Cruzeiro,
brasileiros que já levantaram por duas vezes o troféu do torneio.
Já Luiz Felipe Scolari perdeu a chance de se transformar no técnico brasileiro mais
vitorioso da competição e igualar o recorde de Osvaldo Zubeldía -que levou o argentino
Estudiantes a três títulos, entre 1968 e 1970- como o detentor do maior número de
conquistas.
Seria o terceiro título do treinador gaúcho, que já vencera com o Grêmio, em 1995, e
com o próprio Palmeiras, no ano passado.
Além de perder a oportunidade de se aproximar dos argentinos no número de títulos, o
Brasil, que tem 11 conquistas, viu também frustrada a chance de alcançar a maior
hegemonia de um país em uma década no torneio.
Na década de 90, os clubes nacionais tiveram seis títulos: São Paulo (1992 e 93),
Grêmio (1995), Cruzeiro (1997), Vasco (1998) e Palmeiras (1999). Em duas décadas (60 e
70), os argentinos conquistaram seis vezes o torneio.
Protagonistas da maior rivalidade do futebol sul-americano -e uma das maiores do mundo-,
brasileiros e argentinos decidiram a Libertadores nove vezes.
Agora são seis vitórias argentinas, contra apenas três dos brasileiros -Santos sobre
Boca, em 1963, Cruzeiro em cima do River Plate, em 76, e São Paulo ante o Newell's Old
Boys, em 1992.
Pela conquista, o Boca vai receber US$ 800 mil da empresa de automóveis japonesa Toyota,
patrocinadora da Libertadores.
Apesar da derrota nos pênaltis (oficialmente, o resultado foi empate), o Palmeiras
manteve uma marca. Nos seis torneios oficiais sul-americanos que disputou na década de
90, o time nunca perdeu para um rival do exterior jogando em São Paulo. Foram 22 jogos,
com 20 vitórias e dois empates.

Jogadores do Palmeiras choram com a derrota na final da Libertadores(HAHAHAHAHA)
A derrota nos pênaltis para o Boca Junior na final da Copa
Libertadores da América chocou alguns jogadores do Palmeiras.
Após a cobrança certeira de Bermudez, fazendo 4 a 2 nas penalidades para o Boca, alguns
jogadores do Palmeiras choraram no gramado.
O zagueiro Argel parecia ser o mais afetado pela derrota. O jogador ficou inconsolável no
centro do gramado, chorando por mais de cinco minutos.
Outros jogadores do Palmeiras, como Asprilla e Roque Júnior, também não conseguiram
segurar as lágrimas.
Já o meia Alex parecia estar mais sereno. O jogador comentou a partida contra o Boca
Juniors.
"Não foi mole. Alguém tem que ganhar e hoje este alguém foi o Boca. Perdemos
algumas oportunidades e eles foram melhores nos pênaltis. Infelizmente não vencemos, mas
todos estão de parabéns", disse o jogador.

Marcos confessa mais uma vez que é ruim!!!
O goleiro Marcos, do Palmeiras, confessou após a final da
Copa Libertadores da América que não estudou os cobradores de pênaltis do Boca Junior.
A partida terminou empatada em 0 a 0 no tempo normal. Na cobrança de penalidades, os
argentinos venceram por 4 a 2 e ficaram com o título.
"O Boca não decidiu nenhuma das suas partidas nas cobranças de pênaltis. Nós
tentamos achar algum material sobre isso, mas não conseguimos", disse o goleiro.
Para Marcos, o fato do Palmeiras ter eliminado Peñarol e Corinthians nos pênaltis ajudou
ao goleiro Córdoba, do Boca, fazer duas defesas na decisão desta quarta-feira.
"O Córdoba pulou no canto certo em todos os pênaltis batidos pelo Palmeiras. Ele
com certeza estudou as cobranças que fizemos contra Corinthians e Peñarol", falou
Marcos.
O goleiro palmeirense acredita que a derrota para o Boca irá afetar a concentração da
equipe para a primeira partida das quartas-de-final da Copa do Brasil, no próximo
sábado, contra o São Paulo.
"Depois de uma derrota como essa, é difícil chegar motivado ao jogo contra o São
Paulo", disse o goleiro, que resigna-se com a perda do título. "Foi feita a
vontade de Deus."

O choro do Porco
Jogadores do Palmeiras choram após a derrota para o Boca. Argel, desconsolado, não conseguia falar e precisou ser amparado por membros da diretoria. Até os gandulas caíram no choro
Os pênaltis perdidos por Asprilla e Roque Júnior deram início ao sofrimento palmeirense. Mas bastou a bola de Bermudez cruzar a linha do gol para que o drama tomasse conta do Morumbi.
Asprilla desceu em silêncio para o vestiário, mas os demais jogadores uniram-se ao choro dos torcedores e gandulas. O zagueiro Argel estava desconsolado e precisou ser amparado pelo diretor Sebastião Lapola(HAHAHAHAHA).
O goleiro Marcos, a grande esperança do palmeirense na decisão por pênaltis, explicou a situação.
Isso acontece. Vencemos várias vezes nas penalidades, mas perdemos agora. Temos de erguer a cabeça e continuar na luta.
O capitão César Sampaio concordou com Marcos e criticou a competência da equipe.
Vamos reiniciar, mas é duro. A gente fica até sem palavras, já que a tristeza é muito grande. Apenas uma equipe pode ser campeã. Nos entregamos durante os 90 minutos, mas não tivemos competência para vencer afirmou Sampaio.
Apesar da vitória, o técnico Carlos Bianchi ainda lamentou o gol anulado no primeiro tempo.
Jogamos de igual para igual e ficamos com a vitória. Só estranhei o gol anulado vibrou Bianchi.

Argel desabafa e elogia futebol argentino
O zagueiro Argel representou toda a decepção da torcida do Palmeiras com a
derrota nos pênaltis para o Boca Juniors da Argentina.
Argel chorou por alguns minutos seguidos e teve de ser consolado por vários
companheiros(HAHAHAHAHA).
"Por tudo que falaram do nosso time, que o Palmeiras tinha desmontado o time, só
falando de quem tinha saído, ganhamos o Rio-São Paulo, chegamos na semifinal do
Paulista, e na final da Libertadores, deixando para trás muitos times milionários, que
contrataram craques e mais craques", desabafou Argel.
"Por isso é que a gente se descontrola, fica chateado, desabafa, chora. Porque não
perdemos nos 90 minutos. E o futebol é pressão, que a gente põe para fora", disse
o zagueiro.
Argel fez questão de elogiar mais uma vez o futebol argentino. "Eu sempre fui fã do
futebol argentino. Acho que se o brasileiro jogasse com a vontade e a alma do argentino,
ganhava tudo", afirmou Argel.
Argel não aceita a acusação de que os jogadores do Palmeiras já se consideravam
campeões. "Eu não vi um membro da comissão técnica, um companheiro desrespeitar o
Boca. Porque é o Boca. Um time forte."
Assim como o técnico Luiz Felipe Scolari, Argel diz que esperava um jogo muito bom do
Boca. "Assim como não sentimos a pressão jogando lá, eles não sentiram aqui.
Fizeram o mesmo jogo lá e aqui", terminou Argel.

Nem ajuda esperitual adiantou desta vez
Nos momentos que antecederam a decisão da Libertadores, Luiz Felipe Scolari foi muito mais que o técnico do Palmeiras. Felipão, dando razão ao aumentativo do apelido, tornou-se o principal protetor dos jogadores, uma espécie de fiel escudeiro.
Apenas o técnico desceu ao hall do flat onde a delegação estava concentrada, no bairro de Santana, para dar entrevistas à imprensa. Nenhum jogador teve permissão para falar com os jornalistas. E a ordem veio do próprio Luiz Felipe. O objetivo principal foi proteger os jogadores de questionamentos sobre suas polêmicas declarações de que o jogo de ontem estaria preparado para o Boca Juniors.
Na verdade, Felipão estava preocupado em chamar a responsabilidade para si. E conseguiu. Além de poupar os palmeirenses das pressões do dia decisivo, colocou uma pressão enorme sobre o juiz paraguaio Epifânio Gonzalez.
Não existe estratégia. É só um medo terrível que nunca senti antes disse o técnico, que tentou negar suas virtudes de grande estrategista de decisões.
E a pressão sobre o juiz paraguaio não parou por aí.
Estarão 72 mil torcedores no Morumbi e o mundo todo vai assistir à partida. Por isso, acho que o juiz vai ter lisura completou.
Ontem pela manhã, Luiz Felipe recebeu a visita de um amigo muito especial: o padre Pedro Bauer, chamado pelo próprio técnico de pé-quente.
Depois da presença na vitória sobre o Corinthians, nos pênaltis, padre Pedro viajou com a delegação para o primeiro jogo da final da Libertadores contra o Boca Juniors. Mas ontem não adiantou.
Piadas da Final
Após a queda dos Porcos na Libertadores, a Varig resolveu patrocinar eles, vão adquirir jatos para levar o time para os jogos:
JATÃO fora do Paulista;
JATÃO fora da Libertadores;
JATÃO fora da Copa do Brasil.
P: Sabe porque o Palmeiras felismente perdeu a final da Copa Libertadores
2000?
R1: Porque no seu uniforme horrível tinha Short e não BERMUDEZ
R2: Porque jogadores foram de ônibus ao invés de CORDOBA!
P: Qual é a semelhança entre o peixe e o Porco???
R: Ambos morrem pela BOCA!!!
ou
P: Porque o Palmeiras solicitou o mascote do Santos?
R: Porque só o peixe morre pela Boca...
Não se esqueçam que o feriado do dia 22/06 mudou de nome... Agora é PORCUS TRITES!!!
CEM
PAULISTA DE 95 a 2000Segue mensagem recebida por um sobrinho palmeirense
:Caro Palmeirense,
Não fique triste devido ao acontecido na ultima quarta-feira e nem culpe o Roque "Boca" Júnior ou os Aspilha Fraca pela derrota.
Sei que para você é difícil resistir as provocações de seus familiares corinthianos dizendo que eles só perderam um pênalti ou,
que o "Boca comeu porco regado a cerveja Quilmes" ou mesmo que o problema de água de São Paulo foi resolvido com as lágrimas dos torcedores e do Argel (achei tão doce o gesto dele. Me lembrou um grande amigo de Pelotas).
E lembre-se que: enquanto você lamenta a perda do bicampeonato, eu perdi o tricampeonato!!!!
Tire essa Boca do caminho (quem tem boca vai a Tóquio), e saia com seus amigos para se divertir, jantar mas, para evitar indigestão, não coma bife de chorizo ou carne de porco.
Pense no Brasileiro pois, quem sabe, neste poderemos ser, pelo menos, e novamente, Vice Campeão!!!
F. Scolari "Felipão"
EN UNION E LIBERTÁD 1813
LAUDO MÉDICO
Conforme solicitação da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, para esclarecimento à todos seus torcedores, enviamos o laudo médico referente à causa-mortis da referida sociedade acima.
MÉDICO LEGISTA: DR. BONBONERA
Após um minucioso trabalho de verificação do cadáver, inclusive fazendo radiografias, exame de próstata, tomografia e demais exames ,constatamos que a única CAUSA-MÓRTIS, como já se desconfiava, devido ao seu tamanho, foi A BOCA ou O BOCA se assim melhor interpretado for."
Essa doença tem origem da selva, mais associada aos PORCOS DO MATO, que insistem em comer uma certa planta chamada "Palmirus strepênaltis", vulgarmente chamada de PALMEIRAS.
Essa doença está se espalhando rápido devido o fato de outros bichos estarem se alimentando da citada planta, que é venenosa e muito comum no Brasil.
SEUS SINTOMAS SÃO: inicialmente, muita humildade e resignação, mas ao primeiro sinal de vitória, a boca começa a se abrir muito, falando demais e se gabando a toda hora. No final, antes da hora derradeira, muda a tática e começa uma choradeira geral, reclamando do juiz, bandeirinha, do técnico e até do time adversário se estes insistirem em não deixá-los ganharem a partida: logo após vem o óbito, fulminante, hora em que a boca se fecha até o próximo campeonato, digo vitória.
Seu antídoto é simplesmente uma mordaça, para falar menos e jogar mais.
Argentina, 22 de junho de 2000.
Dr. Corinthius Bonbonera
Médico Legista
Foi declarante Roque Júnior e Asprilla, atestando o óbito firmado pelo juiz Epifânio Gonzalez que deu como "Causa Mortis" Bermudes, doença causada pelo vírus BOCA JÚNIORS, que imobiliza, brocha e mata em menos de 90 minutos mais de 70 mil porquinhos. O sepultamento será realizado no campinho do Parque Antártica, no mesmo dia, pois o estado de deterioração do cadáver é bastante avançado, haja vista o mascote adotado pela mesma.
OBSERVAÇÕES:
O extinto deixa órfãos os filhos: Marcos, Rogério, Argel, Roque Júnior, Júnior, César Sampaio, Galeano, Alex, Marcelo Ramos, Euller e Pena.
Não deixou bens ou inventário, mas dívidas a pagar da operação encurtamento de língua de Luis Felipe Scolari e ração para a porcada que saiu chorando do Morumbi.
CONCLUSÃO:
BOCA JUNIORSCAMPEÃO LIBERTADORES 2000
Da Redação local
Cientistas da Universidade Brasileira anunciaram, na última quarta feira, a descoberta de um novo vírus de grande poder de contaminação, já batizado de "Felipão".
Originário da distante província de Caxias do Sul, no interior do país, o novo vírus ataca os valores sociais como a esportividade, o respeito ao adversário, a educação e o caráter substituindo-os pelo ódio regional, o revanchismo e a degradação moral, podendo levar o portador a regredir ao estágio de barbárie absoluta.
Os cientistas acreditam que o agente de contaminação do novo vírus seja a voz humana e que sua inoculação em humanos se dá através dos ouvidos o que aparentemente exclui os surdos do grupo de risco.
Os estudos iniciais determinaram que o "Felipão" se aloja especialmente no cérebro de jornalistas esportivos de onde se propaga com facilidade, devido à reduzida capacidade de resistência ali encontrada.
Pesquisas recentes apontaram que o cérebro de alguns jornalistas esportivos é constituído de 68,2% de ar, 26,8% de merda, 4,9% de massa cinzenta não determinada e apenas 0,1% de inteligência, sendo, portanto, meio importante para a cultura do vírus "Felipão".
Além de jornalistas esportivos, o vírus também foi detectado em algumas espécies suínas provocando a chamada doença do "porco louco", que impede sua entrada em alguns países como o Japão, por exemplo.
Ao contrário de outros vírus, como o HIV, que são detectados através de exames laboratoriais, o "Felipão" costuma se esconder atrás de artifícios como "greves de silêncio" que impedem sua localização, dificultando o seu diagnóstico.
Já se sabe também que os recursos da medicina tradicional são ineficazes no tratamento das doenças desencadeadas pelo "Felipão" e que só a prevenção poderá impedir que a situação fuja do controle e se transforme numa epidemia.
O governo federal, preocupado com a propagação do vírus através dos meios eletrônicos de comunicação, já prepara uma campanha de "educação" em massa da população, visando reduzir a influência do agente transmissor e dos jornalistas esportivos, hospedeiros naturais do "Felipão".
O Ministro da Saúde, que já havia sido vítima do vírus, disse que agentes especiais da promotoria pública estão sendo convocados para impedir na Justiça que o "Felipão" possa abrir a boca e contaminar os brasileiros.
Obs.: Divulgue esta notícia entre seus amigos e contribua para a prevenção dessa terrível doença.