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Mascote do Clube

A história do surgimento do mascote Corinthiano é muito controversa, existindo pelo menos cinco versões sobre o seu surgimento. Para sua melhor informação, resolvi separar duas que são consideradas as mais prováveis de terem ocorrido.

1ª Versão

Primeira versão

O símbolo oficial do Corinthians é, não por acaso, um mosqueteiro, ícone da valentia, audácia e espírito de luta. A adoção do personagem remonta aos primeiros anos de vida do clube. Em 1913, uma cisão nas lideranças do futebol paulista levou à fundação da APEA - Associação Paulista de Esportes Atléticos, para onde se transferiu a maioria dos clubes da época.

Na Liga Paulista, esfacelada, ficaram apenas o Americano, o Germania e o Internacional, conhecidos então como os trê mosqueteiros do futebol bandeirante. Nesse cenário, o Corinthians entrou como D'Artagnan, passando a ser o quarto (e mais adorado) mosqueteiro, como no romance criado pelo francês Alexandre Dumas.

Para ser aceito no universo esportivo dos mosqueteiros, o Corinthians teve de mostrar sua fibra. Como havia outros pretendentes à vaga, o Corinthians disputou um torneio seletivo contra o Minas Gerais e o São Paulo, outros dois grandes da várzea paulistana. Com classe e competência, o time corintiano venceu o Minas por 1 a O e derrotou o São Paulo por 4 a 0, sendo aceito na confraria e garantindo o direito de disputar a Divisão Especial da Liga no ano seguinte.

2ª Versão

Segunda versão

O Corinthians ganhou a fama de Mosqueteiro depois que venceu um amistoso contra o Barracas (Argentina), em 1929. No dia seguinte, um jornal narrava o grande feito, ressaltando a garra e a emoção dos jogadores corinthianos, comparando suas virtudes com as de um mosqueteiro.

Depois disso, a imprensa continuou fazendo referências ao "time Mosqueteiro". O apelido pegou e continua valendo até os dias de hoje. Assim o mosqueteiro tornou-se o mascote do time.