Timão joga apenas o suficiente, mas garante classificação a assume liderança do grupo

4 de abril de 2013

O primeiro tempo foi franco para o Corinthians, um verdadeiro apagão. Os jogadores não se encontravam e não conseguiam abrir espaço diante da forte marcação do Millonarios, que precisava vencer se quisesse sonhar com uma vaga na segunda fase do torneio.

O time começou a melhorar quando Tite colocou Danilo pelo lado direito, Romarinho para a esquerda e Emerson centralizado. Mas o gol saiu mesmo quando Jorge Henrique entrou no lugar de Alexandre Pato e Danilo voltou a jogar no centro, com mais liberdade para chegar ao ataque.

E foi dos pés do craque discreto que saiu o único gol da partida. Jorge Henrique recebe de Alessandro e toca de primeira para Danilo fuzilar no canto esquerdo de Zapata. Mesmo sem ter uma atuação brilhante, o meia foi decisivo e preciso como de costume e o melhor jogador em campo.

Depois do golaço de perna direita contra o São Paulo no fim de semana e esse arremate certeiro de esquerda contra o Millonarios, “Zidanilo” ainda brincou quando perguntado qual seria sua perna forte: “onde a bola cair, a gente chuta”.

Romarinho, que outra vez não fez boa atuação, foi substituído por Edenílson e Emerson ainda deu lugar a Chicão, reforçando mais a defesa do time perto do fim do jogo, quando o Millonarios, quase desesperadamente, atacava com todas as forças.

Como o Tijuana empatou com o San José, o Corinthians não só garantiu a classificação como assumiu momentaneamente o primeiro lugar do grupo. Uma vitória diante do San José no Pacaembu na próxima quarta-feira garante a liderança ao Timão.

O primeiro passo para um possível bicampeonato já foi dado. Vai, Corinthians!

Corinthians joga por classificação antecipada na Colômbia

3 de abril de 2013

Hoje à noite o Corinthians vai a campo com uma meta: garantir-se na segunda fase da Libertadores da América. Uma combinação simples de resultados deixa o Timão tranquilo, basta ter um resultado melhor diante do Millonarios que o San José diante o Tijuana.

Mas Tite não quer saber de contar com a falha dos bolivianos ou o bom jogo dos mexicanos. Vai usar um ataque leve e veloz para vencer o Millonarios lá na Colômbia.

Sem Renato Augusto e Paolo Guerrero, o setor ofensivo fica armado com Danilo, Romarinho, Emerson e Pato. Um time mais veloz, mas não tão entrosado ou cadenciado como o anterior.

O Millonarios vive um momento delicado dentro da competição. Uma derrota hoje elimina as chances de classificação do time. Por isso podemos esperar clima de decisão na Colômbia e uma equipe com muita raça e dedicação.

Tite quer usar essa ansiedade do adversário a nosso favor e a velocidade do ataque corintiano para armar contra-ataques rápidos e eficientes.

O time confirmado pra hoje, às 22h (horário de Brasília), é: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo, Romarinho e Emerson; Alexandre Pato.

Guerrero desfalca Corinthians contra o Millonarios

2 de abril de 2013

Uma má notícia para os corintianos. Paolo Guerrero sentiu dores na coxa na partida diante do São Paulo e não jogará no retorno do Corinthians à Libertadores amanhã diante do Millonarios.

Com as dores na perna, o atacante peruano sequer viajou com a delegação para a Colômbia. Com essa baixa, Alexandre Pato vai atuar como centroavante no lugar de Guerrero e Emerson completa a dupla de ataque.

Tite aproveitou para reclamar do calendário e da sequencia de jogos do Corinthians: “Quando eu falo que o calendário precisa melhorar não é à toa. Sempre estoura no atleta, por mais que você queira segurar e administrar. Isso é mais agravante para o Corinthians, que voltou mais tarde. O título mundial teve um preço. Retardamos o retorno e acumulamos esse prejuízo”.

O Timão ainda busca sua primeira vitória como visitante no torneio continental. Foi um empate diante do San José e uma derrota para o Tijuana.

A ausência de Guerrero será sentida, lembrando que o Corinthians já sofre com a lesão de Renato Augusto, que fazia grandes atuações. Sua vaga no meio de campo permanece uma incógnita, principalmente depois da péssima atuação de Romarinho diante do São Paulo. Provavelmente, Jorge Henrique será o escolhido.

O time vai a campo com Cássio, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Jorge Henrique (ou Romarinho); Emerson e Pato.

Como de costume, clássico entre Corinthians e São Paulo termina com muito falatório

1 de abril de 2013

Não poderia ser diferente. Muita reclamação e polêmica depois do jogo, principalmente pelo lado dos são paulinos, que saíram derrotados. Tudo por conta de um pênalti de Rogério Ceni em Alexandre Pato.

O jogo começou com o São Paulo muito melhor, inegavelmente. Jadson abriu o placar para o São Paulo com uma bela jogada. Cássio não teve culpa nenhuma no gol.

O primeiro tempo seguiu nessa toada até seu final, com o Corinthians um pouco acuado e “fora de jogo”. Tite optou por um ataque com Romarinho, Emerson e Guerrero. Não funcionou, Romarinho não se encontrou em campo a partida inteira e Guerrero, muito bem marcado, pouco conseguiu fazer. Emerson estava sem a velocidade e a frieza de outros jogos.

Acontece que no segundo tempo, Danilo, em mais uma de suas atuações seguras e precisas, acerta um belo chute de pé direito no ângulo de Rogério Ceni e empata o jogo. Aí que o cenário começa a mudar.

Alessandro e Fábio Santos fizeram uma bela partida defensiva, anulando as jogadas do São Paulo pela lateral, que ficou sem alternativas para Jadson bem marcado por Paulinho. Gil fez uma partida quase perfeita, deixando Luís Fabiano sem ação e confirmando sua vaga de titular.

Guerrero sai para entrada de Pato. Em uma bola mal recuada por Tolói, Pato antecipa Rogério e o goleiro, visando chutar a bola, chuta o pé do atacante. Pênalti marcado.

Foi então que começaram as reclamações. Debater se foi ou não pênalti é de praxe nesse tipo de jogo (ainda que a falta tenha ocorrido, dificilmente o time e a torcida adversária concordam com a marcação). Alguns passam dos limites, dizendo que foi falta de Pato em Ceni.

Alexandre Pato, nem aí pra conversa toda, bateu e converteu, dando números finais à partida. Tite considerou o pênalti bem marcado e Ney Franco ficou no muro e preferiu dizer que veria mais tarde pela TV.

O Corinthians volta a campo agora pela Libertadores da América na quarta-feira quando enfrenta o Millonarios na Colômbia. Esse será o marco do fim do rodízio de jogadores, pois o time voltará a atuar com o titular, exceção de Renato Augusto, machucado. Sua vaga ainda esta em aberto.

Outro jogo morno e outro empate

28 de março de 2013

Ontem o Corinthians recebeu o Penapolense no Pacaembu pelo Campeonato Paulista. Mais uma vez, como vem sendo comum no Paulistão, o jogo foi morno e o Corinthians cedeu o empate ao adversário nos momentos finais.

No começo da partida, após uma jogada pela esquerda de Emerson, o zagueiro Heleno cabeceou contra a própria meta e marcou um gol contra, abrindo o placar para o Timão.

O quarteto ofensivo funcionou bem, mas vale ressaltar que era um jogo de pouca marcação forte, o que fez com que Jorge Henrique o Romarinho jogassem bem à vontade. Emerson teve outra boa atuação como titular, porém, como o restante do time, nada que empolgasse muito. Quem fez uma partida mais apagada foi Paolo Guerrero.

O jogo seguiu moroso até o segundo tempo, quando Silvinho recebeu uma bola após um erro da defesa corintiana e deixou tudo igual, pondo números finais na partida.

O técnico Tite assumiu a responsabilidade por mais esse vacilo. Segundo o treinador, ele demorou a colocar William Arão e reforçar a marcação no meio de campo.

A “preguiça” do time no Paulistão é clara, só que o próximo jogo é o clássico diante do líder São Paulo. Para esse confronto, é provável a volta de Paulinho, Cássio e Pato que estavam em tratamento muscular após sentirem dores. Os poupados Danilo, Ralf, Alessandro e Gil estarão de volta também.

Mesmo sem confirmar nada, é possível que o time para o clássico seja aquele que jogará na Colômbia no retorno da Libertadores, pois os jogadores que estão afastados precisam voltar ao ritmo antes da partida continental. Vale lembrar que Renato Augusto está fora por seis semanas por causa de uma lesão na coxa. Jorge Henrique ou Emerson devem ficar com a vaga.

Jogadores poupados e misto ofensivo serão as marcas do Corinthians de hoje

27 de março de 2013

De olho no clássico do fim de semana contra o São Paulo e principalmente no retorno da Libertadores semana que vem, quando o Corinthians faz longa viagem até a Colômbia para enfrentar o Millonarios, o técnico Tite decidiu promover mudanças para o jogo de hoje, diante do Penapolense.

Além das ausências de Cássio, Alexandre Pato, Paulinho e Renato Augusto (fora por 45 dias por causa de um estiramento na coxa), serão poupados Gil, Alessandro, Ralf e Danilo. Douglas e Igor também não surgem como opções, ambos lesionados.

Como solução, Tite decidiu apostar numa escalação muito ofensiva, com quatro atacantes de ofício (que farão funções diferentes em campo). Mesmo com time “mistão”, velhos conhecidos da galera estarão em campo.

Júlio César deve voltar ao gol. O miolo de zaga será formado pelos campeões mundiais Chicão e Paulo André. Edenilson e Fábio Santos farão as laterais.

Do meio pra frente que teremos novidades. Sem sua dupla titular de volantes, os xarás Guilherme e Guilherme Andrade terão suas oportunidades. Na frente, Jorge Henrique e Romarinho farão companhia para Emerson e Paolo Guerrero.

Um time muito ofensivo no papel, mas provavelmente Romarinho e Jorge Henrique jogarão mais recuados, carregando a bola do meio para o ataque.

Vale destacar que o Penapolense faz uma boa campanha no campeonato estadual e ocupa a 9ª posição. Quando começou o campeonato, a meta do time era permanecer na série A. Com a meta praticamente dada por certa, agora o time de Penápolis sonha com uma vaga no G-8.

Os reservas desconhecidos

26 de março de 2013

O banco estrelado do Timão acostumou o torcedor com jogadores renomados como alternativa. No entanto, muitos não sabem que o Corinthians tem bons e jovens atletas promovidos ao time principal. E a maioria está inscrita no Paulistão e na Libertadores.

Talvez o torcedor já conheça o jovem lateral esquerdo Igor, de apenas 20 anos. Algumas boas atuações no Paulistão (como no clássico contra o Santos) fizeram com que Tite ficasse tranquilo com o setor. Vale lembrar que a reserva de Fábio Santos era uma posição carente e preocupante no ano de 2012.

“Tenho de exaltar o crescimento do Igor. O garoto teve uma cobertura, uma noção com a bola e sem ela que me impressionou. Soube olhar o jogo e trabalhar de acordo com ele. Isso é positivo, só estimula os garotos à competição”, afirmou o comandante.

Além de Igor, a equipe principal conta com outros nomes desconhecidos do torcedor. Caíque e Matheus Caldeira no gol, Denner e Rodinei nas laterais, André Vinícius e Yago na zaga, Anderson na meia e Leandro, Léo e Paulo Vitor no ataque, completando o elenco do Corinthians.

Além de Igor, o atacante Léo jogou em duas ocasiões, e Yago e André Vinicius em uma cada. Tite destaca a importância de, mesmo quase nunca relacionados, treinar com o elenco principal. Destaca também o crescimento e amadurecimento dos jogadores nessas condições.

Mesmo com o discurso de não poupar jogadores do campeonato estadual, o Corinthians dificilmente vai a campo com seu time completo fora da Libertadores. Segundo o treinador, a decisão é tomada em conjunto com o departamento médico e físico. Em alguma ocasião, portanto, podemos ver os garotos em ação.

“Eu sempre repito isso, mas começamos o ano com três grupos. Na minha função, preciso balancear como fazer o uso de todos esses jogadores, saber como lidar. É importante dar essa chance aos mais novos também”, completou o treinador.

De olho nessa molecada.

Corinthians vence Guarani debaixo de temporal, mas sofre com contusões

25 de março de 2013

O Corinthians foi até Campinas para enfrentar o Guarani e saiu com a vitória pelo placar mínimo. O jogo, no entanto, foi marcado por uma forte chuva e por contusões de dois jogadores importantes no time.

O Timão imprimiu ritmo forte no começo da partida, fazendo valer sua superioridade técnica. Paolo Guerrero fez o único gol do jogo, ainda no primeiro tempo, e deu a vitória ao Corinthians.

Sem saber, o peruano chegou ao centésimo gol de sua carreira e oitavo nessa temporada pelo Timão, artilheiro isolado do time.

O atacante Emerson, outra vez titular, comentou que a má fase já é passado e agora entrará com tudo na disputa por uma vaga no time. Segundo Emerson, a concorrência só fará bem à equipe.

No entanto, más notícias também resolveram aparecer. Cássio e Renato Augusto saíram logo na primeira etapa. O goleiro sentiu fortes dores no quadril e o meia, na coxa. Cássio já apresentou melhoras significativas na manhã de hoje, mas Renato Augusto ficará fora de 20 a 30 dias.

Dessa forma, Renato Augusto, que vinha em grande fase, não jogará no retorno do Corinthians à Libertadores da América na reta final da fase de grupos. Dificilmente estará disponível para as oitavas de final da competição continental.

Jorge Henrique é a principal opção para o lugar de Renato Augusto. Uma alternativa seria testar o setor ofensivo com Pato, Emerson e Guerrero, porém nenhum desses jogadores recompõe a marcação como Renato ou Jorge. Douglas segue machucado e não entra na disputa, por enquanto.

Para o próximo jogo, diante do Penapolense, Paulinho e Pato devem seguir fora para dar sequencia aos trabalhos físicos e estarem 100% para o retorno da Libertadores.

A Meritocracia Corintiana

22 de março de 2013

Se nos anos 80 o Corinthians viveu a inesquecível Democracia Corintiana, podemos dizer que hoje o time passa pela “Meritocracia Corintiana”.

Desde que voltou ao clube com a saída de Mano Menezes para a Seleção Brasileira, Tite prega uma máxima: “o campo escala”. Ou seja, joga quem está melhor. E, ao que tudo indica, ele realmente aplica essa teoria.

Existem inúmeros exemplos disso. Mas o momento atual do Corinthians traz à tona tal filosofia.

Quando Alexandre Pato chegou, o comentário geral é que ele deveria ser titular, pois o valor pago por ele foi muito alto. Hoje Pato é titular, mas sem dúvida não é por conta de seu passe ou salário. Ele conquistou seu espaço apresentando um bom futebol.

Mais difícil que escalar Pato foi tirar Emerson, herói do título da Libertadores de 2012. Acontece que o atacante realmente não estava em boa fase e Tite, sempre coerente, deu prioridade ao melhor.

O mesmo ocorreu com Jorge Henrique, jogador taticamente quase perfeito e xodó da galera. Com as ótimas apresentações de Renato Augusto, Jorge tornou-se uma (ótima) opção de banco. Poucos (ou nenhum) técnicos do Brasil têm peito ou liberdade de fazer isso.

A posição da torcida em entender que Tite realmente escala aquele que está em melhor condição para o momento ajuda a diminuir a pressão sobre o treinador e trazer bons resultados. Um caso oposto é o que ocorre hoje no São Paulo. Ney Franco, acertadamente, não escala Paulo Henrique Ganso como titular. Está com a corda no pescoço e sem condições de realizar um bom trabalho.

Mas engana-se quem pensa que a filosofia de Tite só faz sentido agora, após conquistar o Mundial porque ele “está com moral”. Vamos retornar a 2011, quando o Timão venceu o Brasileirão.

Na ocasião, o treinador sacou Chicão do time, até então capitão e titular indiscutível, para apostar em Paulo André. O fato é que Chicão não jogava bem e Leandro Castán estava fazendo o papel de dois zagueiros.

Ou a coragem de tirar Liédson, um ídolo do Corinthians que já sofria com muitas lesões, e apostar num esquema sem centroavante. Ou a recusa em escalar Adriano, completamente acabado para o futebol, em sua passagem pelo Corinthains. Ou até quando decidiu sacar Roberto Carlos para o então contestável Fábio Santos.

O trabalho do Tite tem falhas? Sem dúvida, todos têm. Manter Moraes por tanto tempo no time em 2011, por exemplo, foi uma delas. Mas não se pode negar que seus times são extremamente justos. Realmente é o campo que escala e Tite conseguiu mostrar para o elenco que o futebol é um esporte coletivo.

Tanto é verdade que é comum ouvirmos “o Corinthians não tem um craque”. Isso nada mais é do que o reflexo de um time que atua como tal, deixando o destaque pessoal para segundo plano, pois o Corinthians tem um dos melhores elencos do Brasil (muitos reservas do Timão seriam titulares e destaque na maioria dos clubes grandes do país).

O atual momento do time, vencendo ou não, deixa claro que não há preferidos e nem dispensáveis. O maior mérito do treinador foi fazer cada um dos atletas perceber que o todo é mais que a soma das partes. Afinal, o Corinthians é maior que todos seus jogadores.

Emerson entra muito bem, mas Corinthians cede empate no final

21 de março de 2013

O Corinthians não jogou mal. Principalmente no segundo tempo, quando atacou mais e fazia uma apresentação tranquila. O gol saiu quando Emerson entrou (muito bem) e marcou pelo Timão, mas, no final, o time cedeu o empate.

Emerson voltou a ser o destaque no Corinthians, mostrando ser um jogador de qualidade e decisivo. Ele entrou no lugar de Guerrero e o time passou a jogar sem centroavante. Ficou claro que Sheik é um jogador muito mais completo e decisivo que Romarinho, mesmo quando não está na melhor fase de sua carreira.

O atacante aproveitou para rasgar elogios ao treinador. Mesmo na reserva, ele afirmou que Tite é o melhor técnico de sua carreira e faz todos compreenderem a filosofia de “quem escala é o campo” e “o time não é formado por 11, mas por todo elenco”.

Emerson ainda deixou claro que o nível alcançado pelo Corinthians com Tite não permite reclamações de jogadores com a reserva. “Aqui não tem espaço para quem não aceita isso. Ganhamos o Brasileiro de 2011, a Libertadores e o Mundial de 2012, e essas coisas tornam o Corinthians grande. Quem tiver melhor condição, joga, quem não tiver, respeita o treinador e o profissional que está ocupando a posição em campo. O grupo é muito bom e tem um nível absurdo de amizade. Está todo mundo feliz, tenho certeza disso”, afirmou o jogador.

Mesmo com as boas atuações, Sheik deve mesmo voltar para o banco na Libertadores. Paolo Guerrero é o centroavante titular e Alexandre Pato, praticamente recuperado de uma dor muscular, faz dupla com o peruano. Emerson tem na reserva a companhia de Jorge Henrique e Romarinho. Os três estão em alta com Tite, que sabe utilizar muito bem o elenco conforme o jogo pede.

Outro destaque foi, novamente, Renato Augusto. Na época de seus primeiros jogos, a preocupação era se ele auxiliaria a defesa como Jorge Henrique, mas os quatro anos jogando de segundo volante no futebol alemão lhe deram a inteligência e maturidade tática necessária para ganhar o posto de titular.

Infelizmente o empate foi cedido no final do jogo, quando Diguinho acertou um forte chute no canto de Danilo Fernandes e deu números finais à partida.

De “folga” na Libertadores, o Corinthians volta a campo no domingo para enfrentar o Guarani, em Campinas.